segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Aniversário de Campo Grande - 111 anos


Na última quinta-feira foi o aniversário de Campo Grande (MS), cidade onde nasci, cresci, vivo e amo muito!
Convido vocês a verem esses dois vídeos que foram postados no Youtube semana passada:

O primeiro vídeo mostra também alguns outros lugares do Brasil (vários no próprio estado do Mato Grosso do Sul), mas, a partir dos 1:06, limita-se às fotos de Campo Grande:




O segundo vídeo é de um jornal local da TV Morena (afiliada da Rede Globo), em uma das reportagens da série especial sobre Campo Grande. A reportagem foi exibida no dia 26 de agosto. Eu a assisti no TV e adorei! É uma reportagem muito boa, emocionante. Então, a encontrei no site da emissora, e aqui está:




sábado, 28 de agosto de 2010

O tempo de um ano

O tempo, para você, passa rápido ou devagar? Eu ainda não decidi. "É relativo!" talvez seja a melhor resposta.

Se não pararmos para pensar, pode até ser que passe rápido. Se tentarmos nos lembrar o que fizemos há alguns anos... parece que foi ontem! Ou se tomarmos como referência um certo evento e percebermos que não aconteceu muita coisa depois. Onde foi parar o tempo?

Geralmente, eu pensava que o tempo passava rápido, e odiava isso. "O ano voou!" Mas aí comecei a perceber: "Nossa, quanta coisa muda em um ano!" Tente se lembrar de um ano atrás! Muita coisa era diferente!! Por outro lado, muita coisa se mantém igual por anos e anos.

No caso de 2009, eu já entrei o ano com a seguinte mentalidade "Um ano passa muito rápido, não espere que 2009 será diferente!" E isso me ajudou a me conformar.

Já 2010, parece que não passou tão rápido. Posso pensar que já estamos em agosto, ou que faltam apenas quatro meses para acabar o ano, mas, puxa, quanta coisa eu já fiz?! E, nos últimos quatro meses (se não parar pra pensar, nem parece), muita coisa aconteceu! Agora, em 2010, tem muita coisa que aconteceu no primeiro semestre e que eu jurava que tinha acontecido no ano passado!

Só é uma tristeza de perceber a 'rapidez' do tempo quando eu vejo o tanto de coisa que eu gostaria de ter feito e não fiz, e, nossa, o tempo passou tão rápido!
Mas eu adoro quando descubro que algo aconteceu a bem menos tempo do que eu esperava. Sinal que passou devagar!

Tem gente que diz que o tempo passa mais rápido a cada ano, e eu concordava com isso, até começar a me acostumar com essa aceleração. Chego a pensar que é por causa da idade da pessoa. Para um bebê de 2 anos, um ano é metade de sua vida. Já para uma pessoa de 50, um ano é só 2%. Por isso, teríamos a impressão de que, quanto mais velhos somos, menos um ano representa, e passa mais rápido. Só que essa aceleração seria cada vez menor e cada vez mais imperceptível (já que dos 3 para os 4 anos, a idade aumenta 33%, e dos 73 para os 74, apenas 1,3%).
Minha avó de 80 anos disse que antes não era assim, que um ano demorava a passar. "Quando começava um ano, podia esquecer! Demorava um tempão para acabar!" Disse ela.
E às vezes chego a pensar que é por causa da tecnologia, e seus novos meios de entretenimento. O tempo parece passar bem mais rápido quando estamos distraídos!

Certas vezes, eu, achando que as festas de finais de ano ficavam muito próximas de um ano para o outro, até cheguei a pensar que seria melhor fazê-las só a cada dois anos - para não perder a graça!
Mas, este ano é diferente. Está demorando. Não sei se eu eduquei minha mente a se acostumar com isso ou o quê. Mas não quero que passe rápido - muito pelo contrário!

Seria legal ver uma pesquisa sobre a percepção do tempo.


Agora, convido você a pensar nos aspectos que fizeram parecer o tempo passar mais rápido e nos que fizeram ele passar mais devagar para você.

Aí gostaria que você desse sua opinião aqui nos comentários: você prefere que o tempo pareça passar mais rápido ou mais devagar? Em que situações?

terça-feira, 17 de agosto de 2010

Cores imaginárias

Na semana passada, eu estava fazendo uma pesquisa sobre teoria das cores. Comecei a ler na Wikipédia, passei para o artigo em inglês, para ver se estava mais completo, fui então para o artigo "Color Mixing" (mistura de cores), através do campo "ver também", e, dele, fui parar no "Impossible colors" (Cores impossíveis).

Fiquei empolgadíssimo quando vi esse título. Sempre quis saber se existem cores que não existem (!). Sei lá, acho que eu definia isso como "Cores diferentes de todas as que alguém já viu". Me perguntava se era possível "inventar" uma cor que não existe. Mas, se fosse possível, ela existiria... Confuso!
Cores são algo complicado de se imaginar. São infinitas (eu acho), mas tão limitadas! Não, nem tanto...
Estão por toda a parte. Não existe ausência de cor.
Percebo agora que as cores que eu tentava imaginar eram sempre brilhantes, tipo luzes futurísticas. Mas existiam.

Também conjecturava se existia algum sexto sentido - além da visão, olfato, audição, tato e paladar. Ora, assim como as cores existem e um cego não as vê, pode ser que haja outras coisas no mundo as quais não somos capazes de perceber!
Existiria algum ser alienígena, algum animal, alguma bactéria, alguma mutação capaz de percebê-la?

E, a parte mais difícil: tente imaginar esse sentido! Algo que vai além do tato, do olfato, da audição, da visão e do paladar... não dá! Invente um e conte aqui embaixo, se você conseguir.
Tente comparar cada um desses cinco. São tão diferentes! E como seria o sexto? E o sétimo? E o vigésimo quinto? Seriam infinitos? E as dimensões, que, como outrora ouvi, já mostraram ser mais de 10? Percebemos apenas 3 delas! (não considero o tempo uma dimensão. Tempo! Outra coisa louca...)

Ainda, algum ser seria capaz de ver cores que nós não vemos? Assim como um cachorro não enxerga todas as cores que nós enxergamos, alguém conseguiria enxergar mais do que nós? Falando em não enxergar certas cores, e os daltônicos? Se eu fosse um, ficaria muito curioso para saber como são as cores que eu não visse. Cegueira de nascença é outro caso.

Observe a imagem abaixo. Pode não parecer, mas ela tem 1 milhão de cores:

Esta imagem (quando vistos em tamanho real, 1000 pixels de largura) contém 1 milhão de pixels, cada um de uma cor diferente. O olho humano pode distinguir cerca de 10 milhões de cores diferentes.

Assim como há frequências de som detectadas somente por aparelhos e por alguns animais, haveria também cores assim?

E uma pergunta que eu me vi fazendo com uns 5 anos de idade que, há pouco, descobri ser muito comum (porque a vi num fórum do Orkut, sendo rotulada de "aquela velha história"): todos enxergamos as cores da mesma forma? O amarelo que você enxerga é o mesmo amarelo que eu enxergo?
Me fiz essa pergunta quando perguntei a cor favorita de alguém. Pensei: "Nossa! Como pode ele gostar dessa cor? A cor mais bonita é aquela! Ahh, já sei! Ele enxerga a cor favorita dele do mesmo jeito que eu enxergo a minha!" (Outrora devo até ter estendido esta teoria sobre subjetividade para outros tópicos além das cores)
Parece que vi uma pesquisa que sim, as cores são relativas (que triste! - ou não), mas acho que não tem porquê. Devo estar equivocado.

Voltando ao assunto...
Pois é, e eis que, nesse artigo, minha dúvida sobre cores que não podem ser vistas foi sanada. Seriam, por exemplo, (tente imaginar) um amarelo-azulado e um verde-avermelhado. Não a mistura deles - porque o amarelo com azul dá verde, e o verde com vermelho dá marrom - mas sim o amarelo-azulado e o verde-avermelhado. Nunca tinha pensado!

Consegui imaginar essas cores, eu acho, e não me pareceram tão impossíveis. Logo, acho que não consegui imaginá-las. Mas são loucas!

Há, no artigo, uma imagem para que possamos enxergar o amarelo-azulado. Tem que cruzar os olhos, e isso infelizmente não da certo comigo, nem com imagens em 3D. Consigo cruzar os olhos, mas não sobrepor as imagens. Se vocês quiserem tentar, está aqui a imagem: (se eu não me engano, tem que, ao mesmo tempo, focar o olho direito na cruz da esquerda, e vice-versa)

O artigo também diz que essas cores só podem ser vistas em "condições específicas". Que condições seriam essas, além de cruzar os olhos? Curioso...

No artigo também há um trecho como:

"Em 1983, Hewitt Crane e Thomas Piantanida construíram um dispositivo que tinha um campo de vermelho para um olho e verde para o outro (em alguns casos, amarelo e azul), com certos parâmetros ajustados. Isto permitiu uma mistura de duas cores no cérebro, produzindo não o verde para o teste azul-amarelo, e nem o marrom para o verde-vermelho, mas duas cores inteiramente novas. Alguns voluntários do experimento disseram que, mais tarde, eles ainda podiam imaginar as novas cores por um período de tempo."

Muito interessante!! "Cores inteiramente novas"!
E quer dizer então que, por não as verem constantemente, os voluntários "esqueceram" as cores? Que coisa! Devem ser cores realmente loucas!
Eu queria poder vê-las! Mais um sonho para a minha lista de loucuras, talvez...

Obs: Temos que o título deste post está errado, as cores não podem ser chamadas de "imaginárias" uma vez que não podem ser imaginadas. Elas podem ser vistas por meio de experimentos. Então, também, não são impossíveis. "Cores raras" é legal? "Cores nobres"... "Cores artificiais"... Bom, como eu tentei muito imaginar essas cores, achei esse o título mais adequado.

Estou traduzindo esse artigo para o português, se vocês quiserem ver: http://pt.wikipedia.org/wiki/Cores_impossíveis
Depois talvez eu coloque uma pesquisa no Raphaelrs55, se tiver os direitos autorais do texto.

Também gostei muito dessa descrição de cor imaginária que está no artigo:
* "Uma cor quase impossível de descrever, que os profissionais estudiosos sabem que é uma cor somente por analogia" (The Colour Out of Space)
Tá, cores são quase impossíveis de descrever! A menos "por recorrência", se você usar outras cores como referência.

Eu imagino a emoção de uma pessoa (um cego) que enxerga as cores pela primeira vez. Há relatos assim? Deve ser emocionante!

É claro que a minha emoção ao ver o amarelo-azulado (ou era azul-amarelado?) e o verde-avermelhado não será tão grande como a de alguém que ganha a visão, mas será muito grande (espero!). Enquanto isso, eu fico na curiosidade, e espero que essas cores não me decepcionem.

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Perdido no calendário


Hoje, na saída da escola, fui conversando com uma colega sobre um trabalho. Ela perguntou quando nós iríamos fazê-lo e eu sugeri a próxima quinta, dia 26, feriado (aniversário da cidade).
E ela disse que a próxima quinta ainda não era dia 26. Realmente. Era dia 19.
O ruim é que eu estava esperando por esse feriado. Se não fizesse o trabalho, ficaria em casa fazendo coisas que preciso; No entanto, fiquei feliz, pois adoro quando o tempo demora para passar, ou quando eu vejo que estamos numa data anterior à que eu penso, ou quando determinado evento ocorreu há menos tempo do que eu pensava. No caso de hoje, achei uma semana que tinha perdido! :) E é bem melhor assim, não tem pressa!

Mas agora vem a parte dramática (!) da história. Por um (relativamente) longo momento, pensei que ainda estivéssemos em 2009!! :o
Agora há pouco mesmo!

Peguei um calendário pequeno que tinha guardado. Enquanto pegava, pensei o seguinte: "Deve ser do ano passado. Ah, não! É de 2009 ainda!". Alguns minutos depois, aconteceu a mesma coisa com outro calendário que eu peguei. Até que, fui procurar o bendito dia 26 de agosto para ver se de fato tinha ganho uma semana, e: quarta-feira! "Ora, como assim, não era quinta?" Pois é... Só aí percebi que estamos em 2010, e que 2009 já acabou faz tempo...

Cérebro...

sábado, 7 de agosto de 2010

Auto-problema na internet - DNS

Há quase uma hora atrás, me vi enfrentando (mais) um problema súbito com a internet.

Estava navegando em alguns sites e tentei abrir uma nova janela do Internet Explorer. Abriu, mas a minha página inicial, Google, não carregou. Pensei que fosse alguma pequena falha, daquelas normais. Atualizei a página. Não deu. Continuei tentando e pensei que fosse algum pequeno problema no próprio Google - sinais do apocalipse. Mas quando vi que estava demorando muito, tanto para carregar a página quanto para o apocalipse se consumar, a única conclusão que eu pude ter é que o problema era com o meu computador - o que eu já tinha desconfiado antes.

Também começou a dar problemas no Youtube. Mas isso é normal. Muitas vezes tem que recarregar a página uma ou duas vezes para se conseguir ver um vídeo. Não sei se isso também é um problema com o meu computador, mas já faz bem uns anos que acontece.
O interessante é que o outro site que eu estava navegando e o MSN continuaram funcionando normalmente, o que me deixou confuso outra vez, pensando que o problema era mesmo no Google - que também é "dono" do Youtube. Mas ainda não é 2012 pra isso acontecer: o problema era aqui.

Tentei reiniciar o modem, excluir os arquivos temporários, depois os cookies... Tweetei:



Caramba, minha internet tá com alguma deficiência... NÃO CONSIGO ACESSAR O  GOOGLE!! #Eaí? #Comofaz?
about 1 hour ago via web

Vou tentar excluir os cookies. ¬¬
about 1 hour ago via web


E morri. Não voltei mais. Não consegui mais entrar em site algum. O MSN funcionando normalmente, como se não fosse com ele. Até pensei que fosse um problema no Internet Explorer.

Reiniciei o computador e depois nem o MSN deu sinal de vida. Em uma das tentativas, o Google se esforçava, se arrastava para carregar. Apareceu o título na barra superior da janela. As barras verdinhas que ficam aumentando conforme o site carrega (lá embaixo) estavam bem fracas. Finalmente apareceu o site todo desconfigurado (ou diria desfigurado?), com fontes de tamanhos estranhos e formatação absurda. Foi o último sinal que consegui. Padeceu.

Não tinha jeito. Tinha que ligar para a GVT, minha operadora, que me fornece a internet.
Liguei, e depois da ladainha toda, que eu não preciso descrever aqui, fui teclando os números certos, para eles entenderem o que eu queria. Quando finalmente passei por todas as etapas e estava sendo encaminhado para o atendimento, a ligação caiu. Tentei de novo, mesmas etapas. Caiu de novo. Tentei, dessa vez, seguir outros caminhos, só para tentar ser atendido. De repente ficou mudo. Momento de suspense. Fio de esperança, mas tinha caído mais uma vez. Ainda bem que perdi "só" 10 minutos com isso.

Passei a tentar com o telefone celular (da Tim), em vez do fixo da GVT. Desta vez deu.
A moça que me atendeu conseguiu resolver o problema com certa facilidade. Painel de controle, Conexões de rede, Conexão local, Propriedades, Protocolo TCP/IP, Propriedades; digita um número lá nos campos "Servidor DNS preferencial" e "Servidor DNS alternativo". Não precisou nem reiniciar o navegador: funcionou no ato! Fui avaliar o atendimento da moça, nota máxima, por ter resolvido meu problema com agilidade, por mais simples que ele fosse (ou não).





Mas aí fica aquela velha pergunta: como é que a internet estava funcionando antes? Será que a configuração se auto-desconfigurou? Como é possível?

Mistérios cibernéticos... Bah!



Morri mais voltei! Tive que ligar pra GVT! Era um tal de servidor DNS que tinha
que digitar. Em que século estamos mesmo??
4 minutes ago via
web

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